terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Radio Chaos

Creio que essa música aí de baixo simboliza o sentimento de muita gente nesse primeiro de janeiro...

All we have to do now
Is take these lies and make them true somehow
 

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Feliz Natal!

Com essa cartinha aí de baixo que eu mandei para o Papai Noel, quero desejar a todos meus leitores amigos um FELIZ NATAL!

"Caro Papai Noel,
Esse ano acho que fui um bom guri. Tirando uns dois ou três paunacas que se atravessaram na minha frente, penso que me comportei direitinho com tudo e com todos.
Tive um (ótimo) ano como qualquer outro. Não fosse por este blog que criei, tudo transcorreu na mais perfeita normalidade.
Ou quase...
Isso poque, Papai Noel, tivemos nós, os amantes das corridas, a maior decepção que um espectador pode experimentar: nos foi capado o SPEED CHANNEL. Isso mesmo. Em seu lugar entrou um infame FOX SPORTS, canalzinho mequetrefe que não cumpriu o que prometeu. Garganteou aos quatro cantos que a NASCAR não seria prejudicada em sua grade de programação. Como acreditamos no senhor, Papai Noel, também acreditamos nas promessas do FOX SPORTS. Só que os caras não honraram com sua palavra. Que feio.
Na metade da fase decisiva da SPRINT CUP, que se chama Chase, Papai Noel, o FOX SPORTS passou a transmitir uns joguinhos de futebol do campeonato italiano em VT! Pode isso? Os caras compraram os direitos de transmissão dessa joça, devem ter pago os tubos, para transmitir VT! E a NASCAR, em sua fase mais emocionante - e AO VIVO - foi relegada a segundo plano. Para dar migalhas aos pobres coitados nascarmaníacos, o FOX SPORTS passou a televisionar algumas etapas também em VT à meia noite de domingo! Até parece que eu não tenho nada mesmo para fazer na segunda-feira cedo...
Não sei se o senhor sabe, mas existem trocentos canais que transmitem futebol na televisão brasileira. Nem vou citá-los de tantos que são. Por conta disso, Bom Velhinho, não haveria necessidade de mais um. Quem gosta de futebol já está muito bem servido de canais, obrigado.
Porém, quem gosta de corridas só tinha no SPEED CHANNEL sua ancoragem. Agora ficamos sós...
Então, Papai Noel, peço ao senhor que, aí da Lapônia, consiga mexer uns pauzinhos, conversar com alguém, fazer uma macumba, sei lá, alguma manobra que nos traga de volta o saudoso SPEED CHANNEL. E, desculpe se estou pedindo demais, gostaria que fosse no formato antigo, com o Figueroa e o Lorde Lago capitaneando tudo. Se o senhor achar por bem, até os clipes do Juanes podem retornar. 
O importante é que os bam-bam-bam do FOX passem a respeitar as pessoas que construíram a base mais que sólida para a audiência que hoje tem o FOX SPORTS.
Ah, e um Feliz Natal para o senhor também!
Sinceramente,
Estevão."

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Mais um regalo

Lembram dos regalos que recebi tempos atrás? Postei aqui. Pois é, hoje chegou mais esse aí de baixo. Agora estou preparado para o frio.
Aliás, alguém aí sabe se Nelsinho participará do Desafio das Estrelas esse ano? No site oficial da competição não diz nada. Se ele for vou pedir para autografar!



Christimas Songs

Essa é velha. Do tempo que George Michael ainda era macho... E do tempo que o cara cantava no Wham!
Essa música tem uma levada muito bacana.
É a história de um cara que é abandonado pela mulher. É, pelo jeito, não é só no sertanojo que essa inspiração aparece...


Christmas Songs

E para encerrrar os posts de músicas de Natal do The Killers, a primeira, de 2006, A Great Big Sled. Um trenó bem grande, em uma tradução capenga.
Bem legal também. Gosto do ho-ho-ho do Papai Noel.
E não pensem que terminou. Nos posts seguintes mais músicas de Natal que marcaram época. Se vocês quiserem alguma em especial, deixem aí nos comentários.



quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Vettel fora

É o que eu já disse aqui em algum post esquecido no passado: Vettel é bom quando pilota o melhor carro. E ponto! Não tem mais o que dizer em relação a isso. Se voltarmos para o início do campeonato de F-1 desse ano, veremos que na primeira metade do campeonato Vettel não fez nada de espetacular. Muito pelo contrário! No final da primeira metade Mark Webber é quem era o vice na tabela de pontos. Alonso era, na ocasião, o líder.
Vettel teve um ou dois abandonos, não conseguiu pódios seguidos, errou. É certo que depois das férias de agosto, o alemão conseguiu uma recuperação incrível. Só que, em grande parte, mais de 70%, por conta do carro. Se fosse depender somente do braço, Alonso teria sido campeão.
E, talvez, com Hamilton, na vice-liderança. Nunca fui muito fã do inglês, mas aprendi a admirar seu estilo de pilotagem e respeitar sua garra. 
Esse textinho aí de cima serve intróito para a citação de Nick Fry, Diretor da Mercedes. Para ele “Lewis e Fernando são os dois melhores pilotos. Faço a ressalva de que Vettel pode muito bem estar neste grupo, mas ele sempre teve o melhor carro e, para mim, ele tem que provar isso".
E continua: “Neste ano, quando a Ferrari não foi o melhor carro em nenhum momento, Fernando fez um trabalho excepcional. E eu acho que Lewis está nessa categoria de ser um piloto que não tem o melhor carro, mas ainda pode vencer corridas. A maioria dos outros pilotos na F1 só vai ganhar uma corrida se você der o melhor carro a eles”.
Fry está corretíssimo. Vetel, o bebê chorão, só tem conseguido se destacar por conta do carro que pilota. E não me venham com aquela hitória de que em 2008 ele venceu com a Toro Rosso, uma Minardi dos novos tempos. Isso porque aquela corrida (GP da Itália de 2008) foi atípica, com chuva, mudança climática e outros quetais.
Também não me venham querer comparar Vettel com Schumacher. Schumacher chegou em uma Ferrari cambaleante, com um carro mais que perdedor e, mesmo assim, conseguiu o desenvolvimento necessário que lhe garantiu sete títulos seguidos. Vettel aportou na Red Bull que tinha um Adrian Newey como projetista chefe. Daí foi só aparar as arestas, acelerar e ganhar.
Ainda falta muito para Vettel chegar no nível de um Alonso.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Christmas Songs

Ontem acabei não publicando o post das canções de Natal do The Killers. O dia foi uma correria só. Ainda bem que o recesso de final de ano está chegando e terei mais tempo para as coisas do dia-a-dia.
Aí embaixo a música da banda de Brandon Flowers do ano de 2007. Atende pelo sugestivo nome de Don't Shoot Me Santa. Conta a história de um garoto que tem sido muito levado e que acabou conseguindo um inimigo mortal: Papai Noel.
Interessante constatar que a música de Natal desse ano de 2012 (I feel it in my bones) é a continuação dessa de 2007. Mas, pelo jeito, Flowers e o Papai Noel ainda estão longe de um acordo.
Esta é a música com a levada mais bacana.


Christmas Songs

Enquanto escrevia o post acabei confundindo os anos de duas das músicas de Natal do Killers. Já tinha até escrito o post mas, como a dúvida pairava na cabeça, foi pesquisar para verificar em qual ano qual música tinha sido lançada. Assim, publicarei dois posts seguidos.
Neste a canção é Joseph, Better You Tahn Me, que faça do sofrimento de José em cada um de nós.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Não sou só eu

Para que ninguém ache que sou só eu o descontente com a extinção do SPEED e o desserviço que o FOX SPORTS tem prestado, transcrevo aí embaixo, na íntegra, o texto do jornalista Erick Gabriel do portal tazio.com, publicado hoje, 11/12/2012, a 10 dias do fim do mundo.
E, caso o mundo não acabe dia 21, infelizmente as perspectivas para 2013, em relação à transmissão da NASCAR no Brasil, também não são das melhores...


"Como prometido, dedicarei esse post a situação da Nascar com a TV que detém os direitos de transmissão das corridas. A intenção aqui não é declarar guerra ou desrespeitar os profissionais que trabalham no Grupo Fox no Brasil. Postura essa que todo o público deveria adotar, mesmo não tendo a Nascar o tratamento devido. Discordar é natural e necessário, mas desrespeitar as pessoas, nunca.
Em qualquer lugar no mundo, incluindo o Brasil, a televisão tem uma importância gigantesca na disseminação da cultura esportiva. Sem fazer nenhum esforço mental, ela foi importantíssima na evolução do vôlei, com a TV Bandeirantes e ainda é importante no sucesso do futebol americano, com a ESPN. Lembrando que nesse último caso estamos falando de um esporte com regras complexas e com ausência de brasileiros na linha de frente da NFL. Sem o bom tratamento da TV, jamais o mercado desses esportes cresceria por aqui. Um exemplo disso é como o Super Bowl mobiliza bares e restaurantes das principais capitais brasileiras.
A Nascar não contém regras complexas e hoje possui um início de entrada de brasileiros com talento o suficiente para incomodar os americanos mais tradicionalistas. A categoria passou por algumas emissoras de TV fechada sem sucesso e foi parar em 2006 no Speed, comandado pelo Grupo Fox. Na linha de frente, juntando talento e energia, estavam entre outros Sérgio Lago e Roberto Figueroa. Ali eles eram mais do que narrador e comentarista. Eles tocavam o canal de maneira esplêndida mesmo contando com recursos escassos. O resultado disso, sem a pressão obsessiva por um bom Ibope, havia um elemento importante: a fidelização do público. O amante do automobilismo encontrava ali seu refúgio, seu abrigo, e a maior atração era justamente a Nascar.
Mas parece que a experiência do Speed para a Fox (mundial) não é de grande rentabilidade, e isso eu entendo completamente. Como convencer uma grande empresa a investir altas cifras num canal que terá boa audiência somente nos finais de semana, quando se pratica o automobilismo, diferentemente de outros esportes que contam com uma programação nobre também durante a semana.
Aí, juntaram a fome e a vontade de comer. Canal Speed já sendo olhado de lado e um projeto ensaiado há anos da entrada do Fox Sports. Tudo parecia perfeito, já que o Speed estava nas grades da maioria das operadoras do Brasil.
A maneira que o novo canal de esportes entrou não foi das mais tranquilas. Com o início da Taça Libertadores da América desse ano, o Fox utilizou seu público numa das maiores chantagens televisivas da história do Brasil. Pediam para as pessoas ligarem e exigirem o Fox Sports, que passara com exclusividade o campeonato de futebol mais importante da América do Sul. Convenhamos, não foi uma maneira amigável de se começar algo.
Voltando para a Nascar, no início havia a preocupação de como ficariam as transmissões da categoria no Fox. Esta coluna tentou inúmeras vezes respostas oficiais da emissora com a indagação de como ficaria a fase final do campeonato, tendo nos mesmos horários jogos de futebol que acabaram de comprar direitos. Jamais deram respostas diretas, como as perguntas, sempre se esquivavam ao perceber que desagradariam os fãs da Nascar.
Enquanto os campeonatos europeus não começavam, a Nascar serviu com maestria na cobertura da grade do canal, já que este ainda não tinha um volume de atrações que segurasse as 24 horas no ar. Com corridas com duração média de 2 horas e meia, a Nascar caiu como uma luva.
Aquilo que era previsto aconteceu. No momento mais importante do campeonato as corridas não eram transmitidas ao vivo. Infelizmente algumas pessoas perderam a educação – se é que algumas delas a possui – e se iniciou ataques pessoais a profissionais que nada tem a ver, como o Sergio lago e agora Thiago Alves. Lamentável.
Mas a direção do Fox não poderia ter feito o que fez. Jamais os fãs da Nascar poderiam ter tido o tratamento que tiveram. É compreensível que alguns jogos de futebol trariam muito mais audiência ao canal, mas as corridas poderiam muito bem ser transmitidas em outros canais do grupo, como o FX, prática essa que se faz sem cerimônia nas copas Libertadores e Sulamericana. Quem acompanha o automobilismo teria que se submeter ao streaming, sob o risco de estar em sites maliciosos, que danificasse seu computador.
Será que tudo se resume a audiência na TV fechada também? Por que não cultivar um público, fidelizá-lo, tratá-lo bem e colher os louros da vitória daqui alguns anos quando todos entenderiam como a Nascar é apaixonante. Para isso, temos os exemplos citados acima do futebol americano e do vôlei. O dinheiro viria, basta querer trabalhar para isso.
Algo que parece que os profissionais de alto escalão de TV não sabem é que público não fidelizado vai embora de seu canal assim que outras atrações estão em outros canais. A filosofia do Fox Sports difere da que havia no Speed e difere de muitas outras das TVs por assinatura. A intenção não é conquistar o público, e sim alocar audiência. Simplesmente tirar de um lugar para colocar em outro. Isso foi notório nos casos do futebol. Você olha nos créditos que sobem ao final de cada atração e observa nomes que atuaram durante anos na Rede Record, quando a TV do bispo transmitia o futebol brasileiro, numa guerra de audiência com a rede Globo de televisão.
Caro leitor, você acredita que os conceitos trazidos da emissora aberta seriam modificados quando estes entram na TV fechada? Acredito que não. Elas podem sofrer poucas modificações, mas a essência permanece. O resultado disso foi o alijamento de muitas provas importantes da Nascar e a interrupção de um trabalho extraordinário feito pelo pessoal de Los Angeles pelo canal Speed. Além de interferir diretamente no desenvolvimento da Nascar no Brasil.
Vamos “torcer juntos” para que em 2013 a Nascar tenha o destaque que merece e que cresça no mercado brasileiro. Os brasileiros estão em plena evolução, atraindo aqueles torcedores pachecos. No Fox Sports ou em outra emissora, há um produto com potencial maravilhoso, que bem cuidado, trará resultados satisfatórios a médio prazo, no mínimo."

Christmas Songs

Faltam só três!
Essa aí é a canção de Natal do The Killers de 2009. Essa levada mexicana ficou joinha!


segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Christmas Songs

Esse videoclipe aí de baixo é a canção de Natal do The Killer de 2010. Na minha opinião é a mais bonita de todas. A mensagem que ela traz é tocante. 
Não desista, é o que quer dizer.


Saudades

Comecei a assistir NASCAR com o SPEED CHANNEL. Antes, quando passava no BandSports, também via, mas era muito esporádico. Ainda não achava tão interessante por conta do pouco conhecimento de quem narrava. 
Quando o SPEED entrou no ar a coisa mudou. Figueroa e Sérgio Lago entendiam (e entendem) muito do riscado e a paixão pela coisa toda foi fluindo naturalmente.
Algumas das coisas que mais me dá saudades são os comerciais "cantados" que aconteciam durante a corrida. Tinha Juanes, Matchbox 20, Lenny Kravitz, entre tantos outros. Isso me marcou muito. Mesmo quando a programação ficou mais profissional, digamos, ainda assim era bacana lembrar daquelas músicas. 
Aí embaixo a da Kelly Clarkson, para matarmos saudade.





Como muda

Olha que legal esse site que descobri sapeando pela internet. Todos os dados, estatísticas e carros de todos os 60 anos de Fórmula 1. Para saber quais equipes e quais carros competiram em 1974, por exemplo, vá em database e clique na informação que deseja. Muito legal de ver carros e pilotos que nem lembrávamos que existia.
Para ilustrar esse post peguei uma foto a esmo, das muitas que tem por lá.

domingo, 9 de dezembro de 2012

Christmas Songs

E continuando com as canções de Natal do The Killers, a do ano passado, The Cowboy's Christmas Ball.




sábado, 8 de dezembro de 2012

Christmas Songs

Pode ser que existam outras. Não sei. O Coldplay gravou uma. Mas música de Natal todo ano só o The Killers lança. Desde 2006, não houve um ano sequer que a banda comandada por Brandon Flowers não nos brindasse com uma bela canção de Natal. Bom, bela é modo de dizer. Geralmente as letras são sarcásticas - para não dizer trágicas - e os clipes apelam para algo entre o medo, o arrependimento, a felicidade. O fato é que a cada ano os caras fazem uma canção melhor que a outra. 
Nessa série de sete posts vamos colocar cada um dos clipes para vocês. E começaremos de trás para frente, com a música desse ano, I feel it in my bones.