quarta-feira, 29 de maio de 2013

Não muda nunca

Paisinho de merda esse aqui. Essa música é de 1987. Daí pergunto: mudou alguma coisa?


Pátria Amada, é pra você esta canção
Desesperada, canção de desilusão
Não há mais nada entre eu e você
Eu fui traído e não fiz por merecer

Pátria Amada, cantei hinos em seu louvor
Mas tudo o que fiz de nada adiantou
Na boca amarga ainda resta esse refrão
Que diz pra morrer por ti e não importa a razão

Pátria Amada, como pude acreditar
Em palavras vazias e promessas soltas no ar
Pátria Amada, você me decepcionou
Quando eu lhe pedi justiça você me negou

Pátria amada!
Pátria Amada, de quem você é afinal
É do povo nas ruas ? Ou do Congresso Nacional
Pátria Amada, idolatrada, salve,salve-se quem puder!

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Meia maratona

Em verdade era para ser uma Maratona completa. Mas a merda do Fucks Sports fez o favor de foder com tudo. Para que facilitar, né? Como é o único canal que detém os direitos da NASCAR pode se dar ao luxo de transmitir as corridas a hora que bem entender. Desrespeito total.
Mas voltando à vaca fria, domingão começa com GP de Mônaco de F1 às 9h, segue com 500 milhas de Indianápolis às 13h30min e termina com 600 milhas de Charlotte às 19h, transmitido em VT pela porra do Fox Sports à 1h30min da matina... Eu fico muito puto com esses putos.
E que venha domingão!

Se prepare: a maratona será longa

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Radio Chaos

Uma das canções mais lindas de todos os tempos.
Mas, como disse Phill Collins, não é exatamente uma canção que trata de felicidade.


Just a comment

Pelo menos na piscina estou correndo (nadando) que nem o Alonso: 2.500 - 50min.



 Fernando Alonso18 May
Hoy piscina; 4km - 1:48h. Mis manos parece q tengan 100 años..;) Swim today 4km. Funny hands, 100 years old..;))

Bonito

Esse é o caparalho que Alonso usará esse final de semana em Mônaco.
Ao que parece as peças do quebra-cabeças são suas vitórias durante a carreira. Aliás, Alonso é quarto maior vencedor de todos os tempos, atrás de Schumacher, Senna e Prost.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Highlander

Assunto 1: 
Hoje mesmo estava conversando com a Fernanda sobre uma reportagem que ouvimos semana passada na Bandnews e que tratava dos estudos do homem para que sejamos imortais. Além do fato em si - imortalidade - o que mais me chamou a atenção foi a presença de espírito da médica entrevistada pelo Boechat. A certa altura o âncora pergunta: "a senhora acha que um dia poderemos chegar à imortalidade?", ao que ela responde: "o problema não é a imortalidade, é se teremos planeta até lá...".
Sensacional! Que resposta da doutora, hein? De que adianta vivermos 800 anos se estamos fodendo cada vez mais com nosso planeta? Chafurdando-o na lama com lixo, construções desenfreadas, extração irrestrita de recursos naturais e o escambau.
Vai adiantar muito sermos imortais desse jeito?
Creio que não.

Assunto 2:
Não sei porque hoje me deu na louca de ler algo sobre Jason Voorhees. Se você tem menos que trinta e poucos anos, vai lembrar vagamente do cabra. Eu, que já passei um pouco dos trinta, lembro bem.
Jason era o cara que fodia com nosso sono. Lembro perfeitamente de assistir a Sexta-Feira 13 e me cagar todo de noite. Cagar no sentido figurado, né. Geralmente essa porra de filme terminava perto da meia-noite e na hora de dormir eu tinha que ver todos os cômodos da casa para ver se estava tudo em ordem. E quando meus pais não estavam em casa, então! Uia, que medo!
Era meio mórbido isso... Tinha  medo da coisa toda e não perdia um. E até meio masoquista, não?
Mas, enfim, e a respeito da imortalidade acima discorrida, achei interessante o fato abaixo sobre Jason e o qual compartilho com vocês, queridos leitores.
Esse sim, é o verdadeiro imortal!

"Levou cerca de 435 tiros, foi esfaqueado 106 vezes, foi cortado muitas vezes por Freddy Krueger, levou 20 machadadas, foi atingido por um mastro de bandeira, foi atropelado por um trator e um carro, soterrado por um telhado, foi atingido por vasos, um sofá, pedaços de madeira, dois torpedos, duas cadeiras, livros, uma estante, uma televisão, quebrou o pescoço no bote de Crystal Lake, teve um machado cravado no crânio (parte 3), foram fincados ao longo do seu corpo 15 barras de metal, foi atingido por uma barra de metal diversas vezes, ficou muito tempo embaixo do lago preso por uma pedra e uma corrente em seu pescoço, foi arremessado junto a Freddy por um carro de mina, foi parcialmente queimado (por gasolina em Freddy vs. Jason), levou 25 socos no rosto (parte 8), foi chutado por Freddy, levou pedradas no rosto (parte 6), perdeu 4 dedos da mãodireita, teve os dois olhos furados, foi afogado em água e lixo tóxico, foi explodido, foi criogenizado, foi enforcado, foi decepado, foi eletrocutado (por um fio de poste, um painel destruído e em um trilho de metrô), sua cabeça foi furada por Freddy, foi arremessado contra andaimes cerca de 15 vezes (Freddy vs. Jason), foi esmagado, perdeu a perna, teve metade de sua cabeça estourada por uma hélice de barco, foi obrigado a se bater em uma parede de metal várias vezes por Freddy, ficou no espaço sem ar e em baixastemperaturas, sofreu entrada brusca na atmosfera em uma temperatura de 300°C... e sobreviveu!"

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Vídeo do dia

Olha que bacana esse vídeo da equipe mais simpática do grid. Um trailer promocional da CATERHAM. 
Como o pessoal que comentou no YouTube, não entendi muito bem o porquê disso no meio da temporada. Mas, vá lá. Vai que os caras estão armando algum, né?
Torcemos juntos!
Ah, uma crítica: faltou o Kovalainen.


This is NASCAR!

Estava pensando em escreve algo sobre a morte de Dick Trickle, piloto da NASCAR nos anos 80/90 que faleceu ontem. 
Mas o texto do site Tazio é tão bom, que peço licença para coloca-lo na íntegra:

“Haverá um corpo morto, e será o meu.” Foi essa ligação que o centro comunitário de Lincoln, Carolina do Norte, recebeu nesta quinta. Do outro lado da linha estava Richard “Dick” Trickle, 71 anos, lenda de categorias regionais norte-americanas e ex-piloto da Nascar. Minutos depois, ele se matou com um tiro.
Trickle não foi uma figura importante para o público brasileiro. Teve uma longa carreira em categorias regionais norte-americanas, que correm em ovais com menos de uma milha de extensão. No final da década de 1980, tentou a sorte na Nascar. Nunca venceu uma corrida oficial, mas foi o estreante do ano em 1989, aos 48 anos.
O que faz dele um personagem notável era seu jeitão desencanado. Ele fumava durante as provas, a ponto de abrir um buraco no seu capacete para passar o cigarro. A Nascar permitia, desde que fosse apenas durante as bandeiras amarelas. Se essa história parece lenda, veja essa cena durante a Winston 500 de 1990, em Talladega. Perceba pela janela como o carro está realmente em movimento. Bizarro.

Após cada Big One, ele sempre dizia para o primeiro médico que chegava para atendê-lo: “me arrume um cigarro e um café, e vá atender os outros”. Quando venceu uma prova na Busch Series (atual Nationwide) pela primeira vez, em 1997, perguntou no pódio: “eu ganho cerveja grátis, né?”.
Isso tudo é pura Nascar de raiz. E um pouco dela morreu no suicídio de Dick Trickle.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Video do dia

Esse vídeo aí de baixo fiz já no final das atividades. Um colega com quem estava conversando me disse que o seu professor não o deixava extrair muito do carro. Disse para ele que o Córdova ensinava tudo e mais um pouco. O convidei para ir comigo. Primeiro eu pilotaria e depois ele. Na sua vez eu aproveite para fazer uma gravação.
Enjoy!


PS: para os cornos que dirigem a 160 km/h na estrada e colam na nossa traseira, tira 400tão da carteira. É quanto custa, em média, para ficar o dia inteiro correndo com o seu carro no autódromo em dia de Track Day, ao invés de ficar fazendo merda na estrada.

Me chama que eu vou!

Dia desses recebi um telefonema do Deivimar, o rapaz que nos vendeu o carro da minha esposa, me convidando para participar de um Track Day com o Novo Fusion no Autódromo de Pinhais. Caramba, fiquei feliz demais! Aceitei na hora, claro. Pô, imagina uma tarde toda no autódromo podendo extrair o máximo do Novo Fusion. E ainda por cima na versão Ecoobost.
Então eu fui! E que tarde senhoras e senhores. Para começar, um briefing com os pilotos que conduziriam nossas experiências. Eu tive a sorte de ter como professor José Córdova, quatro vezes campeão da Copa Clio, piloto de Rally e de monopostos no exterior. Antes de pegarmos os carros, cada convidado deu duas voltas com um dos professores para tomar intimidade com a pista e com o carro.
Meu número era o 03/03, ou seja, carro 03, terceiro convidado a pilotar. O número de voltas na pista eram 04. Dei três e, no final da quarta, um cara me atrapalhou (estava pilotando rápido demais. Praticamente um espanhol voador...). Ainda bem que Córdova salvou o dia: "vamos dar mais uma porque o cara te atrapalhou". Entrei, então para a quinta volta e dei mais uma de bônus. Seis no total!
O legal é que o Córdova ensinava como fazer tudo: frear antes de entrar na curva, tangenciá-la, pisar no meio dela... Acho que aprendi a lição, porque meu professor não me corrigiu muito. Aliás, me corrigiu bastante na tal da curva do laranjinha. Em todas as tentativas eu entrava errado. Meio quadrado, sei lá. 
No resto penso que me sai bem. Em minhas voltas sempre chegava no carro que tinha saído na frente. Pena que não dava para ultrapassá-los. Regra de segurança. Safety first.
Depois de dar minhas voltas, ainda fiquei por ali, cozinhando o galo. Vai que rola um bis no final? E não é que deu certo? Uma mocinha simpática, Mariana, disse para eu esperar que, como o cronograma estava certinho, eu poderia dar mais umas estilingadas com o serpela. 
Aproveitei o tempo para tomar um café, uma coca-cola, comer uns docinhos, salgadinhos, entrar e sair do Novo Fiesta, Nova Ecosport, Nova Ranger e conversar com o povo.
Minhas últimas voltas foram um pouco melhores que as primeiras. Acho que já estava mais ambientado com o carro e com a pista. Sem contar o professor. Gente boa demais.
Enfim, foi uma tarde para lá de agradável. Para quem gosta de carro, pista, corrida, não tem brincadeira melhor.
Quero aqui deixar meus parabéns à Ford Center e toda sua equipe pela organização do evento e pelo evento em si e agradecer pelo convite. Todos os envolvidos nos trataram com a maior cordialidade possível e conhecimento técnico. 
A idéia de organizar um Track Day deve ser despendiosa e trabalhosa mas, como me falou um dos pilotos/professores,  a alegria no nosso rosto é a recompensa deles.













Aí sim!

Isso sim é propaganda de cerveja.
Caracu com ovo!


Sobre fornecedores e consumidores

O Código de Defesa do Consumidor, essa falácia jurídica tida como respeitada mas, em verdade, solenemente ignorada por praticamente todos os fornecedores de bens e serviços, prega que o consumidor é a parte fraca da relação e que deve ser protegido a todo custo. Inclusive com a inversão do ônus da prova. Ou seja, não cabe ao consumidor provar que determinado produto é defeituoso ou que um certo serviço foi prestado a descontento. Cabe ao fornecedor provar que seu produto ou serviço é bom.
Daí você contrata determinado serviço, tipo NET. e o serviço é prestado de forma ineficiente, os caras te mandam faturas mesmo depois de 10 meses de você ter cancelado o serviço, você é obrigado a ir na sede da empresa uma vez a cada três meses para informar que essa porra já foi cancelada e que, mesmo assim, esses filhos da puta continuam a te incomodar.
E isso vale para todos os fornecedores de serviços e produtos.
Bom, daí eu vejo uma merda de um comercial tipo esse aí de baixo:



OK. A mocinha que canta até que é passável. Mas a voz... Que vozinha da porra, hein?
E a mensagem que essa bosta passa? "O que te deixa feliz?", "o que você faz prá ser feliz"", "você faz feliz o quê prá quem"?, e assim vai. Parece aquela música do Titãs... "que não é o que não pode ser que não é. O que não pode ser que não, é o que não, pode ser que não, é".
Só que não vamos comparar o letrista Arnaldo Antunes com essa porra de música aí de cima.
O que eu quero dizer é que você, consumidor, é tratado como um verme idiota que fica sentado na poltrona com a boca escancarada cheia de dentes, achando que é bonito achar bonito uma merda de uma propaganda que te induz a achar bonito o que não é. Entendeu? 
Ou você acha que quando entrar no Pão de Açúcar vai ter uma gostosinha cantando para você o "que eu faço prá te fazer feliz". Vai nada. Não é porque tem um comercialzinho tido  bonitinho (para mim, irritante) que o estabelecimento é assim. Não é não, meu filho. 
A onda agora é fazer comerciais que não informam porra nenhuma, mas que tocam seu subconsciente com uma mensagem subliminar de que tudo no país está na mais perfeita ordem. Vide as porcarias de comerciais de bancos, cervejas, carros e o caralho a quatro. Nesses basicamente todo mundo tem dinheiro (ou crédito), bebe feito um gambá, tem um corpão, não fica bêbado e é amiguinho de artista e dirige responsavelmente. 
Ora, pára com isso, porra!
Propaganda bonitinha não vai resolver nosso problema como consumidores, que é justamente o oposto do que as imagens nos passam. 
Respeito. É isso que vai ajudar a resolver.

Voltando

Hoje a HONDA oficializou sua volta à F-1, reeditando uma parceria de quatro anos com a McLaren, de 1988 a 1991. E uma parceria que rendeu quatro títulos, três com Senna, um com Prost.
Depois que a McLaren passou a usar motores Mercedes, a HONDA tratou de seguir caminho próprio. Forneceu motores para outras equipes, como a BAR, para, logo em seguida, montar seu próprio time. Que, diga-se, foi um fiasco. Lembram do carro ecológico que Barrichello e Button pilotavam? Preciso pesquisar para ver qual foi a campanha dos caras. O carro é esse aí de baixo.
Atualmente a HONDA tem feito bonito na Indy. Lidera o campeonato com Takuma Sato e equipa os carros de pilotos do gabarito de Scott Dixon e Graham Rahal.
De acordo com as agências de notícias, a HONDA estava especulando sua volta para a categoria máxima do automobilismo quando foi anunciado que, a partir de 2014, os motores utilizados serão o 1.6 V6. Daí a conversar com McLaren e tratar o retorno foi um pulo. Ah, e a McLaren vai receber os motores sem desembolsar um tostão. 
Agora, imagina o retorno que os caras terão com a exposição...

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Radio Chaos



Tanto carinho, quanta atenção.
Colo quentinho, ah! Que tempo bom!
De umbigo a umbiguinho um elo sem fim
Num cordãozinho da mamãe pra mim.