terça-feira, 25 de novembro de 2014

Apertado

Não sinalizou. Multa nele!


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É nessas horas que eu vejo que alguma deu errada no meio do caminho.



Para quem não conhece a história, Luke Aker, dono desse Maxima 1996, fez um vídeo para vendê-lo que se tornou viral. A NISSAN foi lá e comprou o carro. E o restaurou. O resto você vê no vídeo aí de cima.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Uma concessão...

...que me faço. 
Não poderia esquecer essa do Freddie Mercury. Ah, não é rock, dirá você. Não, não é.
Mas é tocante.


Para sempre

Hoje faz 23 anos que Freddie Mercury se foi. 
Somente um dia antes de sua morte foi que revelou para o mundo que era soropositivo. Durante anos lutou e viveu como se nada tivesse. 
Não importa a idade que você tenha, já ouviu o Queen. É daquelas bandas eternas que todos de todas as idades ouvirão.
Recentemente foi lançado um disco com algumas canções inéditas. Forever é o nome.
Dentre as músicas que você nunca tinha ouvido de uma das melhores bandas de todos os tempos e capitaneada pela voz mais linda do rock está essa aí de baixo, Let Me in Your Heart Again.
De chorar.


Força!

Longa vida!



Desde o começo simpatizei com a Caterham (Lotus antigamente). Mais pelos pilotos que tinha do que pela equipe propriamente. Jarno Trulli e Heikki Kovalainen foram os responsáveis por fazer a escuderia andar.
Infelizmente, com o tempo os administradores foram se perdendo. Tony Fernandes viu que a brincadeira era mais cara do que parecia e acabou deixando a equipe em mãos de investidores. Hoje a Caterham é um time apático com pilotos medíocres, Kobayashi e Stevens.
Mesmo assim torço para que continue no próximo ano. A equipe está à venda, esperando que algum(ns) investidor(es) toque(m) o barco para frente. 
Como diz o Fox Sports, torcemos juntos. Se ela sair (a Marussia já se foi), teremos um grid magro com apenas 18 carros correndo.











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Rescaldo de ontem


Quem acompanha esse bloguinho sabe que eu costumava citar destaques do resto de uma corrida de F-1 em parágrafos no final do texto principal precedidos de "enquanto isso...".
A partir de hoje vou mudar. Será um post à parte dedicado aos coadjuvantes. Se bem que alguns nem foram coadjuvantes...
...como, por exemplo, Felipe Massa. Bela corrida do rapaz, segundo pódio seguido, segunda corrida em que termina na frente de Bottinas. Começa 2015 em alta;
...dos desaparecidos podemos citar como "desaparecido-mór", Fernando Alonso. Ele correu?
...correu sim! Eu vi. Aliás, terminou mais uma na frente de Raikkonen. 17x2 ficou o placar. Como será ano que vem com Vettel no lugar do espanhol? Acho que o finlandês reaje;
...a Red Bull tem tudo para se lascar também no próximo ano. Sem Vettel perderá seu líder natural. Ricciardo não tem mão para acertar o carro. Tem uma boca cheia de dentes que engana a todos. O tal do "simpaticão". Acho ele um xarope que não tem condições de liderar nada. O outro piloto será Danil Kviat. Capitaneados por um aproveitador Christian Horner e impulsionados por um ineficiente motor Renault é bem capaz da Red Bull penar por mais alguns anos;
...Button, ao que tudo indica, fez sua despedida. Eu torço para que não. A F-1 precisa de uns cabra boa praça;
...e a Caterham... Essa fica para outro post.

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Como já disse, rapaz digno.


E fim

E deu o que tinha que dar. Luis Amilton bicampeão da F-1. O primeiro campeão pela Mercedes como time após Juan Manuel Fangio. 
Diferentemente do que sempre acontece em Abu Dhabi, a corrida até que não foi tão chata. OK, poderia ter sido melhor se a briga entre Luis Amilton e Rosbife tivesse sido, hum, mais intensa. Rosberg largou na pole mas um problema no cabo da embreagem fez com que patinasse logo na largada perdendo o primo posto para o inglês (em tempo: tive um Palio 16v que dava o mesmo problema: a embreagem baixava e toda hora eu tinha que regular o cabo com um alicate. Suponho, no entanto, que para Rosberg não tivesse tempo para isso).
Daí ficou relativamente fácil para o, agora, bicampeão. Como ambos tem o mesmo carro, foi só Lewis administrar a vantagem que nunca baixou de 2s. Até a volta 24. Dali em diante a aflição começou a tomar conta de Rosberg. Disse ele pelo rádio que estava perdendo potência e que parecia que algo estava "freando o carro". A perda de potência foi facilmente encontrada: problema no ERS, antigo KERS. A sensação de carro freando era por conta do freio de mão puxado. Na largada Rosberg havia esquecido de desengrenar. 
Mas não adiantou nada baixar o freio de estacionamento: o carro já estava em petição de miséria, aumentando miseravelmente (sic) os tempos de volta. Tivesse mais duas voltas para o final, até as Sauber e as Caterham o teriam passado.
Resumo da ópera, Hamilton campeão, com 11 vitórias na temporada. Mereceu.
Rosberg foi vice com dignidade. A duas voltas do fim seu engenheiro lhe disse pelo rádio: "Rosberguinho, box, box, box now! Não adianta mais para você. Sifú. Você é o 14º. Só consegue o título se os 13 ai na tua frente sifú também". "Gostaria de ir até o final", disse o alemão. "OK. Ficaremos felizes se você terminar".
No final, Rosberg foi até a salinha pré-pódio e cumprimentou Lewis pela conquista. Um lorde.
Nasce um novo Jenson Button, como disse meu amigo Dinho.

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sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Parabéns e boa sorte!

Passou batido aqui: Kevin Harvick sagrou-se campeão da NASCAR na última corrida do ano, disputada em Homestead, FL. Venceu Ryan Newman por um punzinho de nada. 0,5s. Não sei se o título ficou em boas mãos. Não gosto da Delana, mulher do Kevin. Xarope demais.
Mesmo assim, parabéns para ele.
E boa sorte para Marcos Ambrose, o único forasteiro que restou na categoria principal da NASCAR depois que Montoya voltou para a Indy. 
Esse foi seu último ano na categoria dos "Opalões, Rel Reyzões e Corollões", como dizem alguns amigos meus. A partir do ano que vem Ambrose volta para a Austrália, sua terra natal, onde voltará a disputar o V8 Supercar. 
Aliás, lá também dá uns "pega" legal.

Marcos Ambrose poses with the No. 66 Dick Johnson Racing Ford Falcon FG that he will race in Homebush this December. 
Não sabe qual dos dois é esse? Uma dica: Ambrose corre de Ford, Harvick de Chevrolet

Hoje pode, né?

Dado interessante hoje no primeiro treino livre da F-1: o aumento no consumo de cigarros no mundo foi de 75% nos últimos tempos (tempos é uma boa forma de se referir a um pronome demonstrativo quando não se tem certeza da data. E eu não tenho certeza da data porque não prestei atenção na transmissão).
E o que isso tem a ver com corridas? Para quem não se lembra, os maiores patrocinadores da F-1 sempre foram cigarros: Camel, John Player Special, Gitanes, Marlboro, Mild Seven (se alguém lembrar de mais algum cita ai nos comentários).
Daí um belo dia resolveram que fazer propaganda de cigarro era incitar o cabra a fumar. Então os caras acharam que banindo a propaganda tabagista dos carros de F-1 o mundo não faria tanta fumaça. Erraram. E feio. O povo anda fumando mais do que nunca. Na Europa até parece que quem não fuma é off.
Agora a bola da vez são as bebidas. Nos países muçulmanos já não se pode mais fazer propaganda de bebidas nos carros de F-1. E olha que tem algumas que patrocinam a turma. Só para ficar nas que lembro: Johnnie Walker (McLaren), Jose Cuervo (Sauber) e Martini (Williams).
De acordo com uma entidade européia para direção consciente a idéia é seguir os países muçulmanos e banir de vez essas propagandas da F-1. Como se fosse adiantar muito. Em qualquer canal de TV que se sintonize, em qualquer revista que se abra, em qualquer site que se navegue, estão lá, as propagandas da "cachaça".
Os caras estão usando o lombo da F-1 para a chibata comer. 
Não acho que seja justo isso.

Mais do mesmo

Nem vou perder tempo aqui descrevendo como foram os treinos livres da F-1 para o GP de Abu Dhabi, nesse final de semana.
Deu a lógica: Mercedes na frente, metendo uma trolha desse tamanho no rabo dos demais. Nego Amilton em primeiro, Rosbife, segundo.
Vale lembrar que essa corrida tem pontuação dobrada. O primeiro coloca no embornal 50 pontos. A diferença entre Hamilton e Rosberg no campeonato é de 17 pontos. Ou seja, um 2º lugar dá o título ao inglês. Seu segundo.
Eu estou torcendo para o Rosberg. Não vou com a lata do Hamilton, embora meu amigo Dinho diga que ele é "gente nossa".

Fora o Marketing...

Deu no The Telegraph, jornal inglês: O contrato de três anos de Vettel com a Ferrari lhe pagará o total de R$ 600 milhões, R$ 200 milhões por ano.
É dinheiro ou não é!, como diria Senor Abravanel. 
No começo dessa semana foi especulado que o contrato de Alonso com a McLaren será de R$ 100 milhões ao ano. Eu já tinha achado esse valor uma fábula. Imagina o do Vettel, então. O dobro!
Enquanto isso o orçamento de uma Caterham é de parcos R$ 40 milhões/ano, para pagar motor (compram da Renault), funcionários, deslocamentos, tia do cafezinho...
R$ 200 milhões para pilotar um F-1. Tem emprego melhor? 
Duvido.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014